GACC - RN | Cadastro de doadores
40
page-template-default,page,page-id-40,tribe-no-js,tribe-bar-is-disabled,ajax_fade,page_not_loaded,,columns-4,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-9.1.3,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12,vc_responsive

Cadastro de doadores

Dos cânceres infantis, a leucemia é o tipo mais freqüente e sua cura se dá através do transplante de medula óssea que qualquer pessoa entre 18 e 55 anos, com boa saúde poderá doar e tê-la recomposta em apenas 15 dias. Infelizmente, a dificuldade encontra-se no problema da compatibilidade entre as medulas do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a UMA EM CEM MIL no Brasil.

No contingente de crianças e adolescentes atendidos pelo GACC-RN percebe-se além de um grande número de casos diagnosticados tardiamente, o que dificulta o tratamento, em muitos casos, um percentual crescente de pacientes que não resistindo à espera de um doador de medula óssea tem óbito prematuro. Em 2007, foram realizados apenas 12 transplantes de medula óssea no Estado.

Se para facilitar o diagnóstico precoce falta informação à população e especialistas disponíveis, no caso do cadastramento de possíveis doadores de medula óssea não é diferente. As pessoas quando bem informadas, se sentem sensibilizadas e tornam-se mais uma chance de cura para alguém. Infelizmente, a população desconhece procedimentos e condições necessárias para se tornarem esses possíveis doadores.

Diante da dificuldade de se encontrar doadores, desde 2002, foi criado o Registro de Doadores de Medula Óssea – o Redome que até abril deste ano, tinha cadastrado 687.903 possíveis doadores. Uma quantidade pequena mediante a proporção com a compatibilidade e do número de pacientes necessitando de transplantes.

O Nordeste representa apenas 3% dos cadastrados, o que dificulta ainda mais salvar vidas. A falta de informação e de cultura neste aspecto justifica o baixo número de doadores e sensibilizados com a causa voluntários e colaboradores do GACC-RN iniciaram uma campanha, indo de cidade em cidade e realizando o cadastro de possíveis doadores, mostrando à população que é um ato simples e de uma grandeza imensurável.

Diante deste cenário fica clara a necessidade de continuidade em investimentos no desenvolvimento de ações abrangentes para o controle do câncer, nos diferentes níveis de atuação, como: na promoção da saúde, na detecção precoce, na assistência aos pacientes, na vigilância, na intensificação de campanhas informativas que abranja as diversas necessidades de bem-informar e assim, surge este PROJETO DE MOBILIZAÇÃO PARA CADASTRO DE DOADORES DE MEDULA ÓSSEA.

O projeto iniciado em 2008, já visitou inúmeros municípios do Rio Grande do Norte, incluindo várias ações realizadas na capital, conseguindo aumentar significativamente o número de pessoas no cadastro do RENOME aumentando a possibilidade de compatibilidade com alguém que necessita desse gesto solidário.